Pensamentos Aleatórios

Repleta de conflitos tanto externos como internos, ergo os olhos, enxergo o futuro que está esperando por mim, e não me deixo abalar pelos tropeços que encontrarei pelo caminho. Fazem parte do processo de evoluir. Evoluir como ser humano, que pensa, fala, discute, erra, mas que principalmente, não tem medo, porque sabe que nunca estará sozinha.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

日本: 文化と伝統

こんにちは! :)

Tá, não vou dar uma de que entendo, porque sinceramente o que eu fiz foi muito Google it.

Eu acho que já deu para entender o que eu vou dizer nesse post, afinal você não é nenhum retardado.
Eu nunca me interessei pelo Japão, sempre achei aqueles desenhos meio bestas e coisa de menino, e sempre considerei eles consumistas e longe de serem seres humanos, por trabalhares mais horas por dia do que vivem.

Pelo que eu vi, estava completamente errada.

Comecei a conhecer o Japão há algum tempo, pois minhas amigas de infância que eu tive mais contato sempre foram japonesas. Mas só comecei a me interessar ano passado, no qual eu fui obrigada a fazer um trabalho de colégio sobre Harajuku - um bairro japonês. No começo eu achei um tédio, mas depois eu comecei a ver que o Japão não é só sushi, Sailor Moon e gente falando engraçado.Ok, péssimas comparações.

E depois, mais ainda esse ano, começei a gostar ainda mais do Japão. Um amigo meu, às vezes me ensina algumas coisas, já que, obviamente ele é japonês. Aprendi muito com ele sobre a cultura japonesa, que podem ter certeza, que é uma das mais bonitas que existe.
Os japoneses, apesar de todas as suas tecnologias, mantêm viva uma tradição milenar. Fiquei muito curiosa por saber que eles têm rituais para praticamente tudo, e que vivem a vida muito melhor do que qualquer ocidental que existe.

O jeito como eles comem, como eles pensam, como eles vivem é totalmente diferente do modo que nós vivemos. Os japoneses, na minha opnião, parece que mesmo vivendo naquela correria que vemos, vivem um dia de cada vez, sem pressa, sabendo aproveitar ao máximo cada momento da vida. Eles sim, sabem como viver.
E como eu já disse, a tradição que eles mantêm é impressionante para os ocidentais. Para eles, não se pode entrar de sapatos dentro de casa, a hora das refeições são sagradas e feita com toda a família junto(coisa que, para mim, isso só acontece em datas especiais), e que além de tudo, a família é mais importante do que qualquer coisa.

Também acho interessante no Japão, suas criações tão avançadas e suas invenções meio, digamos que inúteis. Essas são chamadas de Chindogu, se não me engano. Esses dias estava procurando por elas e achei algumas que me mataram de rir, como essa:


Não, não tem nada a ver com o que você pensa. Isso é uam roupa muito especial para bebês! Enquanto seu bebê aprende a engatinhar, ele aproveita e encera o chão da sua casa! Simples e muito prático não? ;)

Sinceramente, quando eu vi isso, eu morri de rir. Se quiser ver mais Chindogu, clique aqui.
As invenções japonesas às vezes podem parecer estúpidas, mas a maioria eu tenhpo certeza que você não saberia mais viver sem. Afinal, só eles são inteligentes o suficiente para criar coisas tão incríveis para melhorar(ou não!) a nossa vida.

Também me interessei muito por uma tradição japonesa, que são as gueixas. Sempre pensei que elas eram como se fossem prostitutas de luxo, mas depois de ler um pouco, vi que elas não são nada disso. Gueixas são mulheres nas quais são artistas, que recitam versos, tocam instrumentos musicais, contam histórias, conversam sobre diversos temas e estudam sobre a tradição japonesa. E para se tornar uma gueixa, a mulher precisa passar por um treinamento iniciado por volta dos 13 a 15 anos de idade. Quem nunca assistiu Mulan? rs.

Bom, não sei muito o que falar do Japão, porque comparado à muitos amigos meus japoneses, eu sou uma completa leiga sobre esse país tão incrível. Sua cultura, sua história, sua tradição, o jeito como eles vivem e ainda o que eu descubro a cada dia sobre eles, fazem meus olhos brilharem de tão encantada que eu fico pelo Japão.

Ah, se eu não dissesse nesse post, ficariam bravos comigo. Rs.
Alguns amigos meus me apresentaram o Taikô, que são grandes (alguns enormes) tambores japoneses, nos quais meus amigos tocam. É muito interessante, uma vez que quem toca, tem que tem uma certa "habilidade rítmica", fora um preparo físico também, que, no dia que eu vi uma apresentação deles, eu percebi que tocar aquilo não é nada fácil. E deve cansar, com aquelas batidas fortes. rs. Fora a dança japonesa, que um dia eu vi um vídeo no youtube. Mas, sinceramente, os nomes são inmemoráveis, por isso eu esqueci. Prometo um dia, perguntar pra minha amiga como chama, e falo por aqui.

Eu também não falei sobre os Animes, Mangás, Cosplay, Festivais, J-Rock, etc. É que, sinceramente, você vão rir da minha cara, porque eu sou muito leiga nesses assuntos ainda, e se eu escrever, vai ficar parecendo ctrl c + ctrl v da Wikipédia.

O que importa é que eu disse a minha opnião sobre esse pais tão rico em cultura, em tradição e em modo de vida. Então, quando falaram de Japão para você, lembre-se que ele tem muito mais a oferecer do que Pokémon, sushi e lojinhas de 1,99 (mas elas não são chinesas? :O) Quem quiser saber mais sobre eles, vou postar alguns sites que eu ando pesquisando. Espero que vocês gostem.

Ah, por falar em Japão, japoneses... Estou passando por uma difícil fase de relacionamento chamada pré-término. É quando você sabe que já terminou, mas não é oficial, porque nenhum de nós dois falamos a respeito.
Comecei a me interessar também pelo Japão por causa dele, que obviamente é japonês. Nunca achei os japoneses bonitos, foi só porque eu conheci ele, que agora eu só estou achando mais bonitos do que qualquer outro ocidental. Até fiquei viciada em procurar fotos de bebês japoneses, que são muito fofos!

Espero que eu melhore da minha abistinência, porque não está sendo fácil procurar tanto pelo Japão e não lembrar dele e de todos os planos que nós fizemos. E de todos os sonhos que eu tive.
Mas o Japão tem mais de 120 milhões de pessoas, e ainda existem os nipo-brasileiros... ele não vai ser o último muito menos o único japonês que eu vou me apaixonar. Ainda virão muito mais orientais na minha vida, e quem sabe eu não viva com um para sempre? Adoraria ter meus filhos com olhinhos puxados! Rs.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Para onde foi o amor?


Há muito tempo que não paro para escrever aqui, não é? Esse semestre foi difícil, com tantas coisas que houve, com os compromissos todos corridos... Esse ano posso dizer que foi o ano em que eu mais estudei em toda a minha vida. Mas prometo que, com o tempo, e com a falta desses compromissos, escreverei mais aqui.

Lembrando de uma época que está já chegando (para o capitalismo, já chegou, ou será que você ainda não pensou em presente de Natal?), ao contrário do que muitos pensam, o Natal é uma época para nos mobilizarmos e criar um sentimento de compaixão, empatia e soliedariedade - coisa que não pensamos nesse ano todo.

E aproveitando desse sentimento natalino, vim lembrar-lhes de algo que sempre é esquecido. Isso, se um dia é lembrado.
Na aula de geografia esse ano, o professor nos passou um filme, chamado "Diamante de Sangue". Sempre pensei que fosse mais um filme Hollywoodiano em que se deixava glamouroso situações onde não há nada de luxo. Mas, assistindo a esse filme, pude compreender a situação em que aquelas pessoas vivem, a realidade que elas passam todos os dias. Admito que chorei do início ao fim, literalmente não parei de chorar. Muitos me tacharam como chorona, por fazer isso num file tão "tonto". Mas para mim, eu não fiz nada a não ser ter criado um sentimento de empatia e revolta, tanto com as pessoas que não se mobilizam com a situação, como para comigo mesma, que não faço nada para reverter essa situação.

Serra Leoa enfrenta até hoje uma guerra civil entre rebeldes, que querem assumir o governo, e o próprio governo, que é corrupto, e que só pensa em dinheiro. Aliás, como todos. Mas enquanto isso, há homens de família sendo mortos e mutilados, há mulheres sendo estupradas, e há crianças sendo sequestradas de suas famílias para virarem soldados infantis, onde não aguentam nem o peso de um rifle, mas já carregam o peso de muitas vidas sendo massacradas. Tudo isso deve-se ao fato da exploração de principalmente diamantes na região.

O filme retrata bem essa realidade, e tirando o "romancinho" da história, é uma verdade que foi mostrada, mas apenas 1/8 dela, porque o que vi no filme, é só o começo de uma história, e tem um final feliz. Mas o que acontece, não acaba quando apaga as luzes do cinema, mas dura dia e noite, todos os dias, há mais de 20 anos. Mas, por que será que ninguém faz nada para mudar essa situação?

Simples. Países ricos (sim, citarei os EUA, porque ele tem a maior parte de culpa dos problemas no mundo todo) como EUA, Inglaterra, etc., não se mobilizam para ajudar simplesmente porque não há lucro. "Por que eu irei ajudar um país em uma guerra civil, se não há petróleo, e se eu quiser explorá-lo, terei que lidar com um bando de rebeldes, e criar mais um guerra somente para dividir os lucros?" Basicamente é assim que eles pensam.

O mundo está assim, pelo dinheiro, pela ganância. As pessoas esqueceram o que é amor, as pessoas esqueceram o que é esperança, as pessoas esqueceram o que é fraternidade. As pessoas só pensam em dinheiro, as pessoas só pensam em ganhar, elas só pensam nelas mesmas, elas só pensam em fazer as coisas para benefício próprio. Elas não querem saber de sofrimento, elas não querem saber se você está passando fome, elas não querem saber se seus pais morreram, elas não querem saber que você se sente sozinho, elas não querem saber se você tem ou não, elas não querem saber se você está vivo ou morto, elas vão te enfiando coisas para você comprar, elas vão colocando na sua cabeça que o dinheiro é a base de tudo, elas te induzem a ter ganância, elas moldam você para você ser do jeito que elas querem, elas usam você, e quando você não serve para mais nada, elas jogam você fora como se você fosse lixo.

Agora me diga, ONDE foi parar o amor? Para onde foi a fraternidade, a igualdade, a liberdade? Em todo esse tempo de filosofia, pensei em uma teoria: Esses sentimentos bons foram SUFOCADOS e enterrados por debaixo da ganância, do poder, da destruição, da inveja, da cobiça, da luxúria, e das guerras, que destruíram mais do que cidades e pessoas, destruíram sonhos, destruíram esperanças, e destruíram o amor que existia dentro de todos nós.
E é preciso muito mais que isso para podermos recuperar esses sentimentos bons, porque foram tão bem soterrados, que é difícil encontrar assim, do nada, tão facilmente.

Mas precisamos lutar para que o mundo não os consuma, é preciso muita força e coragem para que o mundo não nos deteriore, e para que não vivamos das migalhas que ele nos deixa.
Ele está cheio de pessoas boas, mas elas são escondidas, porque, se fossem descobertas assim tão facilmente, o mundo não seria mais o mesmo.

Então, eu peço, não só a você, mas a mim também, e a quem quiser, para que neste Natal, e não só no Natal, mas sim em todos os dias, pro resto de nossas vidas, nós sempre lembrarmos que as pessoas precisam de nós, para encontrarmos os sentimentos bons que estão escondidos. Porque, é se doando, que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se nasce para a vida eterna.

" Onde houver ódio, que eu leve o amor,

Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,

Onde houver discórdia, que eu leve a união,

Onde houver dúvida, que eu leve a fé,

Onde houver erro, que eu leve a verdade,

Onde houver desespero, que eu leve a esperança,

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,

Onde houver trevas, que eu leve a luz. "

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

De poeta, todo mundo é um pouco.


Estou pensando seriamente em mudar de carreira. O Roberto, meu professor de história me fez acreditar que eu não sou boa o suficiente em história para seguir tal área. Bom, não sei se foi ele, mas creio que deva sim, porque no bimestre passado eu tirei 7.5 de história no boletim, e ele me deu 0.5 de Tg, que é Conceito do professor + tarefas de casa = 1.5 no máximo. O estranho é que eu fiz tudo, fico EXTREMAMENTE quieta na aula dele, e ele vai lá e me dá 0.5 de nota. Quando vi que a minha menor nota tinha sido esse maldito 7.5 na matéria que eu mais amo, quase quis mandar ele pra mulher promíscua progenitora que lhe deu à luz e que ele fizesse o favor de ficar por lá mesmo.


Pois bem. Mas nesse meio de tempo, a Lu Rocha, minha professora de português me fez ver uma outra área na qual eu me interessei de verdade. Comecei a aprender literatura nesse ano, e fora o trovadorismo, todas as escolas literárias que eu estudei, eu amei de verdade. O barroco, o romantismo, o arcadismo, o clasicismo, etc. me fizeram ver a poesia de um jeito diferente e mais profundo.



Agora, não faço mais as poesias de qualquer jeito, a meu modo; da maneira que falo. Esse ano tomei minhas poesias a ponto de estudá-las e dar um ar mais intelectual e um pouco mais racional. Meus poemas agora são mais elaborados, estão com palavras mais cultas e ele em todo, um pouco mais difícil para ser interpretado. Não que esteja um do tipo "Os Lusíadas", mas agora precisa de um pouco mais de atenção para entendê-lo no real sentido.



Amei escrever palavras do tipo "tu tens", "desdeios" , fazer metáforas, compor sonetos, tentar fazer redondilhas maiores e menores, etc. Até fiz uma coletânea sobre uma série de poemas que fiz pra uma "musa inspiradora". Haha, não não fiz sobre mulher, mas é que ficaria estranho dizer "muso inspirador." Mas o nome que eu dei para essa coletânea se chama "Amores impossíveis, C...... e angústias." Ah, eu gostei do título. Então, nessa coletânea todos os nomes dos poemas são parecidos. São 5 apenas, e todos são chamados do tipo verbo+pronome oblíquo como, "alucina-me", "angustia-me" "ilude-me" etc.



As inspirações dos poemas são em maioria de amor. Algumas de solidão, de tristeza, porém todas com temas tristes. Alguns só, que são poucos que são temas mais amenos.Bom, também tenho inspirações romanticistas e barrocas. Enrolar e enrolar para falar de uma coisa simples é o meu maior forte. Rs.



Bom, vou postar aqui 2 poemas meus. Espero que alguém me pague os direitos autorais.



Buraco de poço

Ó vinda triste e impetuosa
Porque não avisa tua chegada?
Não estou com o escudo em mãos
Para proteger-me de tuas encruzilhadas.

Tempestades terebrantes
Por favor não me engulam
Com suas bocas sedenta de luz,
Na escuridão eu só vivi
E a promessa em vida ainda não cumpri.

Ah, labirinto escuro
Me deixe sair de suas trepadeiras
Daqui só levo tropeços e arranhões
E o pó da terra que só me trapaceia.

Ó Luz Divina,
Acuda-me sem demora
Por aqui o sangue já não coagula
E o amor pode morrer a qualquer hora.

Venha depressa, venha sem desdeios
Eu quero sentir teus sinais
Repirar,
E dormir sem pesadelos.


Soneto da Desesperança

Olhos fechados
E o coração em fúria
Como ousa me partir?
Como ousa me esquecer?

Me deu o calor das chamas
Me deu o sal da terra
Mas agora o que te sinto?
Me deu a fonte de lágrimas.

Alegra-me, derrama-me
Derrete-me e despedaça-me
Já não sei o que queres de mim

Seguro, encantador
Os beijos e os olhares
Tudo agora que vejo são seus falsos pesares.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Quem tem medo do lobo mau?

Me desculpem pela foto tão sombria e pelo título tão idiota.Mas é que eu não estou com muitos argumentos para construir uma dissertação ao menos razoável.

Hoje, saindo da escola, soube que meu cachorro, que viveu a infância inteira comigo, estava morto.Convulsão, ataque cardiorrespiratório, baixa resistência, NÃO SEI. E procuro não querer mais saber.

Nunca me importei com mortes. Para mim, estar em um velório é mais um dia de ficar sem fazer nada, passando horas sem comer, e andar pelo cemitério para ocupar o tempo. Nunca chorei em velórios, nunca senti tristeza neles, para falar a verdade, eu nunca me importei com isso. Até que há 2 anos atrás minha avó faleceu. De repente, do nada. Um dia estava bem, tinha saído da UTI, no outro dia, estava sem vida. Foi a partir deste dia que eu começei a entender o que significava realmente um velório.

Naquele dia, me senti sufocada, prestes a explodir. Querendo que tudo aquilo acabe e que isso não seja verdade.Vi minha avó lá, linda. Mas sem a sua alegria, sem o seu sorriso, sem a luz...Sem a vida.Nessa hora, quis desabar no chão, implorar inutilmente para ela não ir, e chorando, chorando, e vendo os outros chorarem, me dava mais vontade de chorar, tamanho era o remorso de não ter dado todo o amor e atenção a ela.

Agora, quando vem uma morte na minha vida, eu não reajo mais com toda aquela calma que reajia antes; pelo contrário, eu choro, e sinto remorso do que eu não fiz e sim, poderia ter feito.

Será que a morte é tão ruim assim? Eu sempre penso: para os que vão, é a certeza de toda uma vida cheia de dúvidas, de questionamento, é o fim do sofrimento, é ter vida plena por toda a eternidade. Mas, para quem fica, é torturante. A saudade, o sofrimento, a tristeza, o remorso e a solidão contaminam a alma, tomando o lugar da felicidade, da esperança e daquela sensação de coração cheio.

A morte, é um tema muito complexo. Porque existem muitos que acreditam que a morte é o fim da vida. Para mim, que sou cristã católica, acredito que a morte é só a passagem desta vida para a vida eterna, para um lugar onde não há sofrimentos, decepções, e esse mundo cruel em que vivemos. Para mim, a morte é sim, um acontecimento muito doloroso para quem fica. Mas pense para quem vai: uma vida eterna de felicidades.

E é assim que eu consigo superar todos esses fatos da minha vida, com a morte de várias pessoas e animais queridos(sim, considero mais os animais que certas pessoas, admito). Então, se você está sofrendo por alguém que já tenha partido, pense que ele está num lugar ZILHÕES de vezes melhor que esse mundo grotesco, e que ela nunca quis e não quer te ver chorando e sofrendo - ainda mais por ela. Lembre-se que um dia todos nós estaremos reunidos de novo. E que a esperança é o que move as pessoas felizes.

Meu lindo cachorro, que morreu hoje, de ataque cardiorrespiratório. Haha, ele tá meio sujinho aí, e a luz tá meio estranha da foto. Mas é a foto que mais me lembra dele.

E a da direita, a minha avó querida, que faz 2 anos que morreu. Coloquei essa foto porque ela está linda nela!





A morte é apenas a passagem desta vida para uma feliciade eterna. Sempre lembre disso.


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Falling in love. Milagre ou destino?


Nunca me senti tão viva e tão feliz em toda minha vida. Ok, exagero. Mas eu não permaneço assim faz um bom tempo.
E adivinhem porque do motivo da minha alegria... Estou apaixonada!

E sabem, como eu vivo dizendo, isso, de cair de amores por um cara, para Isabella Tortorelli, é um milagre que deveria ser recordado e gravado como documentário do Discovery Channel.

Faz muito tempo que eu não me apaixono desse jeito, de ficar pensando o dia todo nele, de querer ficar o tempo todo conversando com ele, de ficar neurótica quando ele não vem falar comigo, ou com ciúmes quando outra menina conversa com ele.AH, to me sentindo uma menininha boba falando assim.

Mas é a pura verdade. Eu penso nele o dia todo, a cada 5 min vejo meu celular pra verificar se não tem nenhuma ligação perdida dele, ou então fico encarando ele me perguntando se eu ligo ou não ligo, eu fico ansiosa esperando ele ficar online, eu fico nervosa quando ele não fala comigo, pensando que talvez eu tenha feito/falado alguma coisa de errado, e todas essas coisas que todo mundo pensa quando está gostando de alguém.

Mas o detalhe é: eu mal conheço ele direito! E não sei se ele está sentindo a mesma coisa que eu sinto. Não que eu esteja apaixonada psicótica por ele, mas é que ele me faz sentir tão bem, me faz ser tão eu mesma quando falo com ele, ele me faz sentir.. ahnm.. especial.

Ok, chega de melodrama.Acho que o casal grudentinho do ano (Palminha e Thaísa) contagia com sua melação.

E para vocês não falarem que estão perdendo tempo lendo este post, vou fazer algumas perguntas para vocês se questionarem sobre o amor: Você já amou alguém? Já amou alguém tanto assim que se esqueceu de você pra pensar só na pessoa? Você já fez alguma coisa por amor que a sua razão ficou cega? Você acredita em amor à primeira vista? Você já deixou de amar, em apenas, alguns dias, pouco tempo depois? Você já levou meses, anos para esquecer um amor? Você acha que amor acaba? Você sabe discernir amor de paixão? Você já deixou de amar? Mas afinal, você sabe o que é amor, você poderia me explicar o conceito de amor? Você ainda acha que exista amor? Se não, para onde ele foi então?E depois de todas essas perguntas, você ainda acha que ame alguém de verdade?

Eu sei que não é para respondê-las, mas não vou resistir. Aí vai minhas respostas:

Amar, nunca. Me apaixonar, raras; Sim, e esse alguém foi ingrato pelo tanto que eu ajudei.; Sim, quando me apaixono, sempre perco a razão. Só vou achá-la quando é tarde demais; É lógico que acredito. Às vezes, não precisamos dizer nada para nos apaixonar; Nunca deixei de amar em tão pouco tempo. Se aconteceu isso, era porque não amava; Sim, levei 3 anos para esquecer; Não. Amor é para sempre. Por exemplo, você nunca vai deixar de amar sua mãe, seu pai, seus irmãos. Mas paixão vem e passa; Como eu já disse agora, amor é para sempre. Paixão é fogo, acaba logo. Afinal, você não vai casar com o seu namorado quando você tinha 12 anos; Acho que não. De amor amor, por mais que eu não falava com meu pai há 4 anos, eu nunca deixei de me preocupar com ele; Sinceramente, eu não sei o que é o amor. E nunca vou saber até sentir na pele um amor de verdade; Eu ainda acho que existe o amor. Eu sou uma prova viva. Amo tudo que se mova :D; O amor está escondido no fundo dos corações das pessoas, até naqueles em que se tornaram pedra, ou foram consumidos pela ambição e pelo ódio. Eu sei que eu amo. Amo meus pais, meus irmãos, amigos, cachorros e tudo que me faça sentir viva. Meu Deus, acho que essa frase eu peguei em Woodstock.

Já respondi minhas perguntas. Agora, questione a si mesmo. Vale a pena parar para filosofar um pouco sobre o amor, que é um sentimento tão complexo que nem os maiores filósofos da história sabem explicar exatamente.

Mas acho que tenho uma dica para você : Quer saber mais sobre o amor, sobre seu conceito? SINTA-O. Só se arriscando, vivendo grandes aventuras que obtem-se grandes experiências e felicidade plena.


(...)Antes era só um amigo, agora mudou tudo de vez. Será que você sente, tudo que eu sinto por você? Será que é amor? Tá tão difícil de esconder!(...)
Olha o que o amor me faz - Sandy e Júnior

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Alucina-me



Acabou.

O fim das linhas tortas foi cortado
Por uma temida mas esperada espada,
A primavera, o outono,
O verão e o inverno se passaram,
E o que meus modestos sorrisos conseguiram?
Frias e terebrantes palavras,
Que ao saírem de tua boca
Se tornaram um buraco negro em meu peito.

Quis me dizer que todo o tempo,
Foi um tempo vão,
Infrutuoso
Porque não manipula teu veneno
A fim de permanecê-lo em tua boca?

Teu retrato permanece em minha memória,
Mas teus olhos não têm a mesma luz
O teu nome já não faz mais gosto em meus lábios,
Embora permito-me ainda pensar em provar os teus.

Sinto-lhe dizer
Mas estou convicta que
Tua partida é apenas temporária
Tu me conheces por certos indícios,
Posso provar todos os beijos possíveis,
Mas esperarei ansiosamente pelos teus.

domingo, 2 de agosto de 2009

Até onde o fanatismo chega?

Um dia eu estava passando os canais na televisão, e de repente eu parei na MTV, no programa Scrap Mtv, daquela menina que tem o cabelo azul lá, e me chamou a atenção o que ela estava mostrando.
Ela mostrou um site com fotos de pessoas que fizeram tatuagens sobre a nova modinha: Crepúsculo. Não que eu não goste, nem que eu esteja criticando quem gosta da série, mas depois que vocês verem essas imagens, concordarão que modinha tem limites.

Ok, algumas meninas devem estar pensando "ai, que lindo, eu quero uma tatuagem do edward igualzinha bem grande!!!"

Tudo bem, faça. Mas daqui há alguns anos, quando vocês estiverem mais velhas, quando vocês já estiverem casadas, com filhos, imagina que LINDO que vai ser você com essa tatuagem de uma pessoa que ninguém mais lembra. Imagina quando toda essa modinha passar? A tatuagem vai ficar lá na sua pele, até você morrer. Ainda é uma gracinha imaginar uma velha cheia de rugas e pele sobrando com uma tatuagem do tamanho das suas costas de um cara que nem sabe que você existe? Ah, que nojo dessa cena.

Não que esse fanatismo seja ruim. Na verdade, eu também tenho muitos ídolos, e é muito bom você ficar admirando eles. Mas isso tem limites. Até você ter todos os livros, todos os filmes, todas as revistas, milhares de fotos no seu quarto e sonhar que está casando com o cara, tudo bem. Mas virar fanática, gastar todas as horas do seu dia falando disso, e deixar de viver a sua vida e fazer uma coisa definitiva(tipo uma tatuagem), isso já é muito exagero.

Por isso que eu concordo com que a mulherzinha do programa da MTV disse, que uma tatuagem é pra sempre, você tem que escolher bem o desenho, porque isso você não vai poder tirar. Bem, só quem tem grana pra pagar aquele laser.

Então, NÃO faça essa besteira de fazer tatuagens ridículas desse tipo. Você vai se arrepender quando tiver 40 anos e tiver uma Hello Kitty nas costas, ou um vampiro no braço. Acredite em mim.

Pra quem quiser ver mais fotos dessas tatuagens para NÃO fazer, o link é este: http://www.geekologie.com/2009/07/sure_why_not_twihard_tattoo_ga.php

sábado, 1 de agosto de 2009

À procura do Príncipe Encantado


Vocês já devem estar se perguntando(ou nao!) : "Príncipe Encantado? E o post sobre os dias dos namorados, em que ela diz que é insensível e fria?"

Pois é. Acho que dependendo da situação, eu posso ser muito insensível. Mas que, na verdade, não é que eu seja insensível mesmo; o que acontece é que eu tenho váriso problemas à respeito desse assunto.

Baseando nas experiências da minha vida(falando assim, até parece que eu tenho muitas!), eu percebi que acho que eu crio um padrão de pessoa muito fora do comum. Como um príncipe encantado.

Um príncipe encantado, que goste das mesmas coisas que eu, que ouça as mesmas músicas, que goste de ir aos mesmos lugares, que não se importaria de ficar horas esperando na fila do show dos Jonas Brothers(ah, isso é um sonho quase impossível!), e ainda vá no show comigo(mais impossível ainda!), e que queira ir também num movimento político e num churrasco com pagode comigo.E não se importe.

Ok, forcei o do pagode, porque nem eu suporto ficar 8 horas seguidas ouvindo esse tipo de coisa

São coisas supérfulas, como ir ao shopping, ficar em casa vendo filmes, ficar olhando o céu de noite, esse tipo de coisa. Eu sei que são coisas bem ridículas, mas são coisas que eu amo fazer. E coisas que eu gostaria de dividir com alguém, já que agora a maioria das minhas amigas ou estão namorando, ou estão pra namorar.

É, esse post não tem nada de importante que vá adicionar à sua cultura, é mais um desabafo com a situação da minha vida.

Uns me dizem que é só esperar o destino acontecer. Mas que droga, eu odeio ficar parada tendo que esperar algo acontecer. Me falam pra não correr atrás, pra não dar iniciativa... Mas, se eu não fazer alguma coisa, e esperar que o tempo me dê tudo nas minhas mãos, sinceramente eu vou esperar SENTADA e mofando. Ficando pra tia. Ficando pra tia-avó. Pra tia-bisavó. E eu não tenho paciência de deixar as coisas acontecerem, eu vo lá e faço. Se eu quero uma coisa, meu bem, não há quem tire da minha cabeça. O meu problema é persistência, impaciência e ilusão demais.

Sim, ilusão. Um amigo já me disse pra eu parar de ficar tentando fazer na vida real o que acontece em filmes. Ah, só porque eu disse que era pra ele chegar com as flores pra menina, ao invés de alguém entregar? Pode ser que eu assista muitos filmes, e que eu sonhe com amores impossíveis. Tá, eu sonho DEMAIS com amores impossíveis. Mas que menina nunca sonhou em poder ter um príncipe encantado como Nick Jonas ou Taylor Lautner nas mãos?

Não que eu fique sonhando em ter eles, e só eles. É que, ahnm, não sei. É porque eles parecem perfeitos demais, um tipo certo que eu sempre sonhei pra mim. E parece que quando eu volto pra vida real, eu não encontro pessoas desse jeito. Eu sei que nunca vou encontrar pessoas perfeitas, e que nunca vão ser idênticas a eles. Mas então, por causa disso eu tenho que namorar e casar com um pagodeiro capitalista autoritário feio rico e sem nenhum tipo de escrúpulos ou vestígios de ser um ser humano? Não tem nada a ver comigo. Eu não quero pessoas que são totalmente diferentes de mim, eu não quero aqueles idiotas com quem eu estudo, eu não quero aqueles otários com quem eu sou abrigada a conviver. Que droga, eu quero uma pessoa assim, não normal, mas, diferente, que não se consiga encontrar num bar tomando cerveja ouvindo pagode e falando de futebol. Quero uma pessoa que se consiga encontrar num show, num movimento, bebendo água e falando de política, de futuro, de ideiais.

Será que agora é tão difícil encontrar um Che Guevara do século XXI?

Tá,forcei. Vamos melhorar: Será que é tão difícil encontrar alguém com 16/17 anos que não pense só na sua vida, mas que queira viver pra mudar a vida de outras pessoas?

Já percebi que onde eu estudo só existem trogloditas idiotas que metade só pensa em futebol e mulher. E a outra só pensa em futebol, mulher e drogas. É, é típico de garotos de 15/16 anos.

Outra coisa que SEMPRE me irrita(e magoa,demais) é quando eu me apaixono(RARIDADE!) de verdade por alguém. Daí eu fico parecendo uma adolescente boba(ah, espera, eu sou uma adolescente! :O), que fica imaginando o cara 25 horas por dia, que não consegue pensar em outra coisa, e que faz de tudo pra impressionar ele. (Até arranjar a sua melhor amiga pra ele... Ai como às vezes eu sou tão estúpida ao ponto de querer me dar um tiro na cabeça D:)

E então você pensa que ele é perfeito. Que não tem nenhum defeito. Até vocês os descobrir. E quando você os descobre, como é frustrante. Mas, se mesmo assim eu não conseguir desistir dele, acontece sempre aquela mesma história: "Somos amigos.Não quero estragar".

Amigo, se não queria estragar a amizade então PARA DE SER TÃO PERFEITO!

As, isso não soou bonito. Eu não tenho mais 11 anos pra pensar assim. (Como se de 11 pra quase 16 fosse MUITO tempo.)

Mas então, melhor eu começar a concluir isso antes que vocês já fiquem entendiados de ler(se você conseguiu ler até aqui, PARABÉNS, vai ganhar mais umas palavrinhas até você dormir de tédio!)...

Não sei como concluir, porque ainda não teve fim. Só sei que eu queria um príncipe encantado. Eu ainda quero ter, como minha irmã tem. (Breve história da minha irmã e meu cunhado: eles se conheceram com 15 anos, ficaram durante 1 anos sendo amigos, minha irmã deu um presente pra ele no dia dos namorados, meu cunhado a beijou. E desde aquele dia eles nunca se separaram. Eles estão casados há um ano. Detalhe: ela tem 28, e ele, quase 29. Tem história mais linda que o amor viver durante 12 anos?)

Acho que eu me cobro muito com essa história, por isso que eu fico idealizando uma pessoa que nunca vai existir. Mas, quem sabe? Quem pode me dar CERTEZA que nunca irá chegar um príncipe encantado num cavelo branco pedindo a minha mão? Pode não ser literalmente, mas eu ainda acredito que há pessoas que acreditam no amor. Eu sou uma delas. E vou esperar, não importa como, não importa por quanto tempo, mas eu vou esperar uma pessoa que também ainda acredite que exista amor, que acredite que sua princesa indefesa está o esperando, e que ainda acredite em felizes para sempre.

" O problema com contos de fadas é que eles levam uma garota ao desapontamento. Na vida real, o príncipe foge com a princesa errada... Ou o feitiço acaba e os dois amantes se dão conta de que são melhores com o que quer que sejam. Mas vou confessar, de vez em quando uma garota consegue seu final de contos de fada. " (Episódio 2/08 - Pret-A-Poor-Jenny - Gossip Girl)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

As delícias da fofoca!


Sim, eu sei que demorei muito para escrever aqui. É que sobrava assuntos, mas faltava o tempo.Provas, simulados, filmes, trabalhos, livros e até meus próprios pensamentos que estavam(e ainda estão) meio desordenados me atrapalharam muito para eu sentar aqui diante desse computador e escrever.

Mas agora vim falar de um tema no qual todos estamos envolvidos, somos vítimas e culpados ao mesmo tempo. O título desse post não é por acaso igual ao primeiro volume da série de livros "Gossip Girl". Sim, esse será o tema que eu irei abordar aqui, agora: fofocas, intrigas. E suas consequências.

Sempre tive problemas no colégio sobre isso - FATO. Já fui à diretoria milhares de vezes por isso, levei advertências, suspensões, etc. Sim, essa menina tão meiga e inocente já foi suspensa! Isso foi sarcasmo, fica a dica pra quem não entende.

Mas isso foi há uns 3,4 anos atrás. Agora, realmente, eu aprendi duas coisas com tudo que eu sofri: a primeira é que, sim, as pessoa podem acabar com a vida de alguém com somente as suas palavras. A segunda, foi que, se antes eu era a culpada, agora estou sendo vítima dessa falta do que fazer do ser humano.

Já aconteceu comigo várias vezes, uma vez foi tão forte, que a menina que tinha inveja de mim(FATO!!) conseguiu por todo mundo contra mim. Falando assim, parece aquelas criancinhas que não conseguiu roubar o doce da outra e falou para as demais que foi aquela que a roubou. Ou então, parece aqueles filmes de adolescentes americanos.

Mas, deixando o passado infantil de lado. Nos últimos tempos pude perceber que agora as menininhas que antes, para todo mundo pareciam as mais inocentes, agora são as mais víboras que eu já vi, que se fingem de amiguinhas, mas que depois espalham seu veneno pelas costas. E que esse veneno não é mais de que uma roubou o doce da outra, mas sim de coisas muito mais graves - e que podem simplesmente acabar com a vida de qualquer um.

Bom, eu estou sendo vítima dessas víboras, que tocam no meu nome sem eu ter feito nada. Ou quase nada. O problema é que uma diz que viu, daí a outra aumenta diz que viu também aquilo e isso, e outra diz que ouviu falar que uma viu alguém falar que viu o que eu fiz, ou o que eu falei. Mas de fato, ninguém viu, nem escutou nada. É só pra ter um assunto no meio, porque suas vidinhas são limitadas, do tipo, "se eu cagar, meus escravos vão limpar, eu já gastei todos os cartões de crédito do meu pai, já tenho todas as coisas possíveis e inimagináveis que o dinheiro pode comprar, então vamos falar mal de alguém pra ver se assim eu consigo ocupar e tornar a minha vida mais útil."

Sim, vou ser bem direta e bem radical, pois estou cansada de tanta hipocrisia e falsidade. São meninas lindas, inteligentes, mas que perdem parte da sua inteligência se reunindo pra fazer intrigas de outros. Mas não vou ser hipócrita em dizer que quando vejo elas, eu saio já gritando e perdendo a cabeça. Infelizmente, eu não posso fazer isso, por mais que seja a minha vontade de desmascará-las, mas existe uma política de boa vizinhança, e eu tenho que cumpri-la. Infelizmente, porque eu DETESTO ser cínica.

Quando assisto GG(o seriado Gossip Girl), a personagem Blair, me lembra muito uma dessas meninas. A personagem de Leigthon Meester, é uma menina milionária, que tem tudo, mas que usa da chantagem, do suborno, e da fofoca para conseguir o que quer. Não estou dizendo que essa menina é sem caráter, ela até tem um pouco vendo por um outro lado, mas é que ela fala o que quiser de todo mundo, se gaba de tudo que tem de material, e sinceramente, eu nunca ouvi ela falar bem de uma pessoa. Ou talvez essas vezes foram tão poucas que não são tão memoráveis assim.

O que eu quero dizer aqui, que eu nem falei, foi que, a fofoca é a coisa mais perigosa que o ser humano conseguiu inventar. Com ela, conseguimos crescer, sim. Mas o mais provável é que nós sejamos destruidos por ela. Afinal, quem já ouviu falar de uma fofoca que acabou bem? São raras as ocasiões. Se você não quer ter como exemplo sua própria vida, imaginamos uma profissão que ganha dinheiro com isso - os sites, revistas e etc que só falam de fofocas de celebridades. Comentam sobre o novo corte de cabelo de um, que uma não é mais virgem, que a outra pegou a sua melhor amiga com o namorado, que um bateu na mulher, que outro comete abuso infantil e que foi cobaia de experiências pra se tornar branco. E, digamos a verdade, todos nós sabemos que a maioria é pura mentira. Mas temos que acreditar que é verdade para participarmos desse grande circo.

Mas, afinal, o que leva uma pessoa a fazer intrigas umas das outras? É apenas o fato de que cada um não consegue cuidar de sua própria vida. Afinal, é muito mais interessante falar da menina que perdeu a virgindade atrás do caminhão numa festa, do que falar que ela é uma garota incrível, linda que sempre soube fazer amigos por ser simpática, ou porque é muito mais fácil comentar daquele menino que foi pego fumando maconha, do que procurar ajudá-lo a parar.

Já ouviram falar no ditado que a grama do vizinho é sempre mais verde? Pois então.É melhor falar da vida dos outros do que ver e assumir os próprios erros. Não que eu não fale mal de ninguém, nem que eu nunca entrei numa roda de fofocas. Mas é por isso mesmo, por ver as atitudes que eu tomo, por perceber no que eu me torno quando eu falo mal de alguém, e entender que nada disso vai adicionar positivamente na minha vida que eu comecei a me afastar dessas pessoas que ainda não perceberam(será??) que se tornaram culpadas.


Meus irmãos viviam me dizendo "não faça para os outros aquilo que você não quer que façam para você". Eu sempre entendi isso, afinal não sou uma retardada. Mas eu nunca consegui colocar essa teoria em prática. Eu nunca pensei antes de fazer/ falar alguma coisa, sempre agi por impulso e emoção. Mas, depois que vi(e senti!) as consequências, eu comecei a pensar melhor antes de tomar alguma decisão precipitada. Então, antes de falar alguma coisa de alguém, eu paro e penso em quatro fatores:


  1. Se o que eu vou falar não vai machucar a pessoa, direta ou indiretamente;

  2. Se isso vai me fazer sentir melhor,por exemplo, se eu chamar alguém de feio, isso irá me tornar mais bonita? Se eu xingar alguém de burro, isso irá me tornar mais inteligente?

  3. Se tudo isso irá adicionar positivamente na minha vida e na vida dos outros;

  4. Se realmente vale a pena destruir todo um caráter, tanto o meu, quanto de quem eu vou falar.


Não sei quanto a vocês, mas para mim, as delícias da fofoca não estão mais deliciosas como antes. Eu não quero acabar com a vida das pessoas e nem a minha com esse tipo de palavras venenosas. Mas existem pessoas que insistem ainda em fazer coisas desse tipo. Quando será que elas irão perceber o que realmente importa? Honestamente, não vejo data definida para esse milagre(sim, milagre!) acontecer. Talvez exista uma solução. Não, não estou falando em conversa, até porque cobras não falam, apenas soltam seu veneno se você se aproximar. Estou falando de pegar a língua, cortá-las e servi-las como entrada principal para cada. Exagerada? Nem um pouco. Pena que isso seria crime, e vocês sabem como acaba crime contra a burguesia no Brasil; mas até que foi uma boa ideia. Pelo menos assim elas experimentariam um pouco do próprio veneno. Até isso acontecer, terei que me conformar em ser uma vítima da língua delas. Mas aguardem caríssimas, seus dias de reinado estão para acabar.

Ps: Se eu me fingir de morta, será que elas calam a boca?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Dia dos Namorados: Mais uma data inútil que o capitalismo inventou.


Insensível.Insensível,fria e calculista. É isso o que a grande maioria agora está pensando de mim.E eu que nunca pensei que poderia ser comparada a um bloco de gelo, agora parece que para os outros me tornei o iceberg que afundou o Titanic.

O estranho é que, durante anos, critiquei uma forma promíscua de viver, uma forma vulgar de amar. Mas, depois de perceber, encontrei semelhanças em mim que você só encontra em alguém que ao invés de um coração, possui uma pedra no lugar.

Percebi que não sei amar.Não sei amar realmente algo ou alguém que me ama. Quando isso ( e estou dizendo "isso" propositalmente, pois o que falam é que eu uso as pessoas como objeto mesmo) me ama, sinto duas sensações: uma, de nojo repulsivo de toda essa hipocrisia e melação, e desse melodrama; e a outra é um remorso, um arrependimento de estar sendo hipócrita, tão friamente.

Mas, o que ninguém vê, é a minha situação."O que obviamente não presta, sempre me interessou muito.", disse Clarice Lispector. Ou seja, para mim, o certo, o correto, o quadrado, não me chama a atenção. Para que viver a vida real se eu posso viver a vida que eu desejo? As aventuras, o descompromisso e a vida sendo uma festa me atrai. E muito. Não que eu não queira os sonhos que todo mulher sonha; eu quero sim, casar, ter 3 filhos(homens), e viver um " Felizes para sempre", com o meu príncipe encantado. Na verdade, eu sempre sonhei com meu príncipe, chegando num cavalo branco. Mas, por causa disso, penso que nada é bom o suficiente para ser perfeito, para ser o príncipe encantado dos meus sonhos. E por isso eu sou tão exigente nas minhas escolhas. Insensível não, apenas exigente.

Para eu amar algo, tem que começar certo. E o certo seria eu gostar da coisa mais do que ela gosta de mim.E continuar assim. Tenho repugnância de coisas fáceis; parece que desanima correr atrás de quem corre atrás de vocês. E pessoas fáceis são maçantes. São chatas. Não dá pra provocar.Elas caem fácil demais. Perde a graça.

Sou indecisa com esse fato de amor.Amor pra mim é quando seu cachorro lambe a sua cara, mesmo quando você deixou ele trancado o dia todo.Talvez eu seja uma pessoa traumatizada, por amar demais em certos momentos; e por amar de menos em outros.

Isso e aquilo já sei que já sofreram e tem uns que ainda sofrem pelo gelo que tenho no lugar do coração.Mas, não tenho culpa total neste acordo. Amar é sofrer. Se não sofri, foi porque não amei. Se sofreu, foi porque quis persistir naquilo que já tinha se deteriorado. Ou que nunca existiu.

Nunca falei "eu te amo" para ninguém se não fosse de verdade. Eu nunca menti isso, pra ninguém. Apenas omiti. A omissão é uma forma mais sutil de dizer " Você me ama? Ok. Vamos ver o que eu posso fazer pra te compensar.". Sim, isso pode ser cruel, mas é a verdade.

Não exija nada de mim, nada mais do que eu posso te oferecer. Se quer que eu te ame de verdade: me ignore, me odeie, me provoque. Seja um G. L. Percebi que só ele sabe me provocar de um jeito que eu esqueça o que ele é, o que ele faz e o que eu me tornei depois dele, pois, como eu já disse, o que não presta sempre me interessou.

Me ame; me odeie; me ignore; me trate mal; me mime; mas não, NUNCA me faça entrar numa rotina. Rotina não passa de uma desculpa para não se arriscar e querer ter a mesma vidinha medíocre todos os dias, pro resto da vida.

Pode ter certeza que, quando não amo, sou fria, insensível. Mas, quando amo, amo intensamente, doo tudo de mim, corro, sofro, me desintegro em pedaços, me torno poeta, melosa, melodramática; uma inocente e cega até demais. É fácil descobrir quando estou apaixonada: mesmo com 2 namoros que tive, durante todo esse tempo, eu só lembrei de uma pessoa, eu só pensava em uma pessoa - eu só amei uma pessoa. Mas, por merecimento de toda a frieza que tive, ela nunca me amou. E nunca vai me amar. Ironia do destino? Castigo do coração? Eu diria que é apenas exigência demais, e sentimento de menos.

Obs: Se eu magoei, irritei, critiquei ou apenas causei a fúria de alguém com alguma palavra minha, me desculpe. Mas você já devia saber que eu, quando escrevo, não tenho escrúpulos.Muito menos pudores.Sinto muito pelo que te causei. Mas tenho certeza que vai ser melhor assim. Eu aqui, você aí. Porque, nunca estivemos ligados um ao outro mesmo. Me desculpe.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Eu odeio a física (e tenho certeza que ela me odeia também)


É impressionante o fato de que, quando você chega ao ensino médio, além de ter que se matar de estudar em matemática, uma matéria que eu nunca fui bem e tenho certeza que nunca vou ir mesmo(fora na 2ª série,que foi o único 10 na minha vida que eu tirei em exatas), eu ainda tenho que me deparar com uma matéria : FÍSICA.


Quer dizer, me deparar não, tenho que me conformar que durante três anos da minha vida eu vou ter que desperdiçar meu tempo estudando (e me matando!) física.


O engraçado é que, eu penso muitas vezes que eu nunca vou precisar daquela matéria chata sobre vetores, que eu nem entendi direito, só falei pro professor que eu entendi se não ele ia ficar em explicando, e sinceramente, eu morro de sono. Mas daí, do nada na minha vida, num momento infortúnio, aparece alguma coisa que eu preciso saber fazer esse tal de vetor, ou então movimento uniformemente variado, torricelli, etc etc.


Bom,esse final de semana, aliás, esse bimestre inteiro, eu não sai de casa nos finais de semana pra estudar. Tem coisa mais nerd e anti-social do que ficar estudando física no final de semana? É que o professor, como ama física ( e odeia os alunos que odeiam física,tipo eu) passou um trabalho antes da prova com 30 exercícios. Mas o legal é que eu só fui saber desse trabalho uns 3 dias depois que ele passou. E era pra entregar hoje. Ainda bem que não fui no colégio e faltei na prova, vou ter mais alguns dias (até quinta, muitos dias!) pra poder estudar.


Mas, fazendo esse trabalho, eu descobri uma coisa: eu AMO FÍSICA!


Haha, piada. Nem ri.


Mas agora falando sério, ao fazer esse trabalho eu percebi que não é que eu não gosto de física; eu não gosto porque eu não sei fazer nada. Porque, as coisas que eu consegui fazer daqueles exercícios do trabalho, eu fiquei tão feliz por conseguir acertar(eu espero que estejem certas, se não, mais 18 reais da recuperação em agosto!)


E, pensando assim, eu tenho certeza que muita gente não gosta da área de exatas, porque não consegue fazer nada. Então, nisso, vai criando uma espécie de barreira na mente, e o cara pensa "Eu não sei p*rra nenhuma de física, pra que tentar ficar prestando atenção, se no final eu já sei que não vou conseguir fazer o exercício e ficar de recuperação?"E isso acaba acontecendo com muita gente, e por isso são raras as pessoas que são realmente boas e que entendem perfeitamente o que o professor está dizendo.


Eu já sei que sou um fracasso em exatas, minha vida é área de humanas, mas só porque eu não entendo literalmente NADA do que me explicam, não quer dizer que eu vou dormir na aula e ter a certeza que vou ficar de recuperação. Pelo contrário, as aulas de exatas são as que eu mais presto atenção, as que eu mais procuro ajuda e as que eu mais me esforço pra entender e ir bem. Eu até que to conseguindo, não fiquei de recuperação de nenhuma por enquanto.


Mas por causa de estudar tanto essas matérias, e por me cobrar demais, eu estou SUPER estressada, com milhares de trabalhos pra fazer, um filme pra filmar, um roteiro pra escrever, e provas pra fazer uma seguida da outra. Espero que esse esforço todo no ensino médio valha a pena.


Fora isso, minha vida e minha inspiração estão muito tediantes,os posts estão cada vez mais sem assunto, e sinceramente, só estou escrevendo por escrever, porque tenho mil assuntos para falar, mas nenhum tempo pra escrever.


Enfim, como sempre, não sei como terminar um post, mas tenho que terminar porque eu TENHO (infelizmente) aquele trabalho de física pra fazer e a prova de português pra estudar.Ah, fora o roteiro do Alienista que eu tenho que fazer e filmar. Ainda bem que a professora me ama e eu consegui fazer ela adiar a data de entrega(pelo menos foi o que ela falou.)


Ah, outra coisa que eu esqueci de falar, eu odeio tudo que esteja relacionado à física, principalmente Educação Física, que desde a 5ª série eu sonhava com o ensino médio que não precisava fazer mais Ed.Física.Mas uma supresa apareceu no meu boletim esse ano : minha pior nota, a que manchou aquele boletim lindo,maravilhoso de só 8.5;9.0, foi um 6.0 de Ed. Física.


Obs: Isabella irá virar uma gordinha sedentária obesa mórbida com 16 anos de idade, e irá morrer de depressão porque nem seus amigos muito menos seu namorado irão estar ao lado dela.Tudo isso devido ao fato de que ela nunca fez Ed.Física no 2º grau, e quando fez, se matava nos 1ºs 5 min para o professor pensar que ela era uma aluna esforçada.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Esconderijo


Blocos de concreto sugam a felicidade
Enquanto o medo transparece no tremor das mãos;
Aqui o sol não surge na aurora
E a única luz que vemos
É aquela quando fechamos nossos olhos.


Nossas bocas sedentas;
De um pouco de água,de alimento,de coragem,
Enquanto nossos corações
Necessitam apenas de esperança
Para continuar batendo.

Presos a um quarto escuro
Onde só nos resta rezar;
Para que a mente não estremeça,
E fraqueje a ponto de nos assassinar.


A palidez de nossa pele
E o vermelho de nossos olhos
Contrastam com a escuridão dos pensamentos;
E o que nos era importante,
Agora parece superficial e impensável.


Antes o que queríamos era viver,
Mas a palavra de ordem agora é apenas
Sobreviver.


(Um dos poemas que tive como inspiração um sonho que tive, em que eu e mais um amigo, estávamos vivendo em cárcere privado.Vocês irão ver ao longo do tempo que, a maioria das minhas inspirações, foram tiradas de sonhos que tive.Bons ou Ruins.)

terça-feira, 26 de maio de 2009

Pelo direito de falar!


Começando pelo meu primeiro post nesse blog, como vocês já viram pelo título, o que eu pretendo escrever por aqui é simplesmente o que eu não falo em voz alta. Talvez porque eu não queira falar, ou porque eu não sei falar. Muitos já me disseram que as palavras que saem da minha boca são ridículas e irritantemente grosseiras, mas as palavras que saem da minha mão e da caneta, são as que podem me caracterizar. Não gosto de falar, me torna uma pessoa vazia, pois, palavras faladas são vazias, são jogadas ao vento. Mas a escrita, é infinita. E eterna.
Por isso, logo que aprendi a ler e escrever, tenho colocado numa folha de papel toda a minha vida, toda uma história, através da poesia, das redações da escola, ou até em anotações feita em uma agenda.

Pode ser estranho falar isso, mas, parece que o papel e a caneta são meus únicos amigos. Não que eu esteja dizendo que não tenho amigos, sou anti-social etc, mas é que parece que só eles dois me entendem. Acho muito estranho quando alguém não consegue escrever uma redação, ou então uma frase sequer. Como, por exemplo, no meu colégio, onde sempre tivemos que fazer redações a cada semana. Eu às vezes leio alguma e sinto duas coisas : A primeira,é quando uma pessoa escreve mal, não sabe o que escrever, poe qualquer coisa na redação, e fala que é só pra ganhar nota. Sinceramente, eu sinto que quero voar no pescoço dessas pessoas, que desperdiçam as palavras, porque fica UM LIXO a redação, parece aqueles textozinhos que uma criança de 2ª série faz.E eu ainda tenho que sorrir e falar que tá ótimo. Pura ironia. A segunda é, quando uma pessoa até escreve bem, mas de tanto que quer impressionar, acaba forçando e saindo um lixo também. Esse tipo de pessoa só usa as palavras pra impressionar, pra mostrar pros outros que sabe escrever. Mas o que importa saber escrever, mas não saber colocar algum sentimento naquilo que escreve. Sinto nojo dessas pessoas . Uma vez, me pediram pra ler a redação de um ai. Meu Deus, me senti tão desconfortável e revoltada lendo aquilo. Era um nojo, ela colocava palavras nas quais nem sabia o significado, mas colocava para se sentir mais importante e parecer que escreve muito bem. Fez um final trágico, daqueles previsíveis. Tive vontade de falar "Fulano, se mata. Que lixo. Quer pagar uma de escritor,mas não sabe que você não é com s". Tá,essa tiradinha foi uma tirada cult, a maioria vai achar ridiculo - FATO. D:

Mas então, com tudo que eu leio daqueles alunos, eu vejo que a escrita não é tão importante da vida deles tanto quanto é na minha. Talvez porque seja a falta de interesse, ou talvez a falta de oportunidade, ou talvez seja porque o Brasil é um lixo que a maioria da população não sabe ler nem escrever, a minoria que sabe, usa pra ficar no MSN, mandando bilhete na sala de aula, ou pra fazer qualquer tipo de coisa inútil.
Fico impressionada com o fato de que os adolescentes não leem quase nenhum livro. Enquanto eu leio uns 7,10 por ano(o que considero pouco ainda), grande parte das pessoas que eu conheço não lê 1,2 ou aé nenhum por ano. Conclusão : alunos que estão no 1º ano do Ensino Médio e não sabem que "a gente" é separado e que "acho" é com "ch", não com "sh". Bom,mas agora temos aqueles grandes livros de cultura de massa - Falem o que quiser, mas vocês nunca poderão discordar que é cultura de massa sim - como Harry Potter, Crepúsculo e Gossip Girl. Bom, é cultura de massa, não irá adicionar grande coisa na minha vida.

Porém, aí tem uma questão muito interessante : Por mais que seja modinha essas coisas, o bom é que todo mundo lê. E quem nunca leu um livro inteiro na vida, por causa dessa moda, passa a ler. Então, a modinha pode até ser desfavorável em um certo ponto, mas essa moda de livros em massa é favorável devido ao fato de que mais adolescentes agora estão lendo mais e mais livros. Isso é bom, pois assim teremos adultos mais espertos, inteligentes e menos panacas espalhados por esse país.

Falando em modinha, e aproveitado o assunto do momento, que eu não paro de ouvir na TV, as pessoas falando, é da banda de Pop Rock Jonas Brothers.
Tá,sou suspeita pra falar deles, porque sou fã e etc. Mas deixando esse lado de fã alucinada, vamos falar sobre eles e a polêmica que eles fazem. Muita gente já falou pra mim que daqui há 1 ano, ninguém mais irá saber quem são eles. Porém, não creio nisso. Apesar de serem bons moços, eles têm ao lado deles uma empresa muito forte - A Disney. Fora isso, eles ganham muito - MUITO mesmo - com que eles vendem. E é mesmo assim : eles lançam todo tipo de produto, como CDs, DVDs, roupas, filmes, shows etc. E as fãs, que são na maioria - pra não dizer todas - adolescentes, compram, gastam tudo o que tem pra ter o novo CD deles, que é lançado a cada ano.

Bom, tirando o fato de que eles querem ganhar dinheiro - isso dá pra ver pelas roupas, carros e mansões compradas no Texas por eles - existe uma coisa que chama muito a atenção neles: o jeito politicamente correto da família Jonas.Para quem não sabe, os Jonas são evangélicos (não tenho certeza se são evangélicos,pois já vi o Nick usando uma medalha de Ns. Senhora.), e os três seguem sua religião à risca. Seu pai era pastor e ele e sua mãe viajavam pelos EUA pra construir igrejas, etc.Então,eles sempre tiveram a religião em torno de suas vidas. E por isso, Kevin, Joe e Nick não fumam, não bebem e segue o exemplo mais polêmico, que pra mim é o maior gesto diferencial deles - o famoso anel de pureza. Ou seja, eles têm que manter a castidade até o casamento.

Muitos falam que é jogada de marketing, porém eu prefiro acreditar que eles fazem isso mesmo, pois, é diferente ver uma banda de Rock, fazer esse tal ato.Mas, ainda mais por eles fazerem numa época, em que adolescentes só pensam em sexo, e que meninas de 14,13 e até 10 anos já são mães. O exemplo deles, pra mim, é mais importante que qualquer outra coisa que eu admiro neles. Quem disse que ser politicamente correto é ser uma pessoa chata anti social e ridícula? Quem disse que pra seguir sua religião você tem que ser uma madre, um santo e deixar de viver? E quem disse que pra ser feliz você tem que sair por aí, bebendo, fumando, usando drogas e sendo promíscuo? Os Jonas Brothers estão aí pra provar que uma pessoa pode ser divertida, aproveitar a vida sem destruí-la. E sempre quando penso em fazer algo errado, eu lembro deles, do exemplo que eles me dão, de que eu posso ser feliz sem aceitar as migalhas que o mundo me oferece.

Enfim, não sei como terminar isso, porque eu começei escrevendo sobre palavras, e acabei em Jonas Brothers. Acho que posso terminar dizendo que, tudo que você quer falar, fale. Não importa quantos irão te escutar, não importa o que o mundo vai achar. Fale, critique, duvide, descorde, concorde, lute,enfim, questione. Pois, como dizia Platão, " Uma vida não questionada não merece ser vivida."