Pensamentos Aleatórios

Repleta de conflitos tanto externos como internos, ergo os olhos, enxergo o futuro que está esperando por mim, e não me deixo abalar pelos tropeços que encontrarei pelo caminho. Fazem parte do processo de evoluir. Evoluir como ser humano, que pensa, fala, discute, erra, mas que principalmente, não tem medo, porque sabe que nunca estará sozinha.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

日本: 文化と伝統

こんにちは! :)

Tá, não vou dar uma de que entendo, porque sinceramente o que eu fiz foi muito Google it.

Eu acho que já deu para entender o que eu vou dizer nesse post, afinal você não é nenhum retardado.
Eu nunca me interessei pelo Japão, sempre achei aqueles desenhos meio bestas e coisa de menino, e sempre considerei eles consumistas e longe de serem seres humanos, por trabalhares mais horas por dia do que vivem.

Pelo que eu vi, estava completamente errada.

Comecei a conhecer o Japão há algum tempo, pois minhas amigas de infância que eu tive mais contato sempre foram japonesas. Mas só comecei a me interessar ano passado, no qual eu fui obrigada a fazer um trabalho de colégio sobre Harajuku - um bairro japonês. No começo eu achei um tédio, mas depois eu comecei a ver que o Japão não é só sushi, Sailor Moon e gente falando engraçado.Ok, péssimas comparações.

E depois, mais ainda esse ano, começei a gostar ainda mais do Japão. Um amigo meu, às vezes me ensina algumas coisas, já que, obviamente ele é japonês. Aprendi muito com ele sobre a cultura japonesa, que podem ter certeza, que é uma das mais bonitas que existe.
Os japoneses, apesar de todas as suas tecnologias, mantêm viva uma tradição milenar. Fiquei muito curiosa por saber que eles têm rituais para praticamente tudo, e que vivem a vida muito melhor do que qualquer ocidental que existe.

O jeito como eles comem, como eles pensam, como eles vivem é totalmente diferente do modo que nós vivemos. Os japoneses, na minha opnião, parece que mesmo vivendo naquela correria que vemos, vivem um dia de cada vez, sem pressa, sabendo aproveitar ao máximo cada momento da vida. Eles sim, sabem como viver.
E como eu já disse, a tradição que eles mantêm é impressionante para os ocidentais. Para eles, não se pode entrar de sapatos dentro de casa, a hora das refeições são sagradas e feita com toda a família junto(coisa que, para mim, isso só acontece em datas especiais), e que além de tudo, a família é mais importante do que qualquer coisa.

Também acho interessante no Japão, suas criações tão avançadas e suas invenções meio, digamos que inúteis. Essas são chamadas de Chindogu, se não me engano. Esses dias estava procurando por elas e achei algumas que me mataram de rir, como essa:


Não, não tem nada a ver com o que você pensa. Isso é uam roupa muito especial para bebês! Enquanto seu bebê aprende a engatinhar, ele aproveita e encera o chão da sua casa! Simples e muito prático não? ;)

Sinceramente, quando eu vi isso, eu morri de rir. Se quiser ver mais Chindogu, clique aqui.
As invenções japonesas às vezes podem parecer estúpidas, mas a maioria eu tenhpo certeza que você não saberia mais viver sem. Afinal, só eles são inteligentes o suficiente para criar coisas tão incríveis para melhorar(ou não!) a nossa vida.

Também me interessei muito por uma tradição japonesa, que são as gueixas. Sempre pensei que elas eram como se fossem prostitutas de luxo, mas depois de ler um pouco, vi que elas não são nada disso. Gueixas são mulheres nas quais são artistas, que recitam versos, tocam instrumentos musicais, contam histórias, conversam sobre diversos temas e estudam sobre a tradição japonesa. E para se tornar uma gueixa, a mulher precisa passar por um treinamento iniciado por volta dos 13 a 15 anos de idade. Quem nunca assistiu Mulan? rs.

Bom, não sei muito o que falar do Japão, porque comparado à muitos amigos meus japoneses, eu sou uma completa leiga sobre esse país tão incrível. Sua cultura, sua história, sua tradição, o jeito como eles vivem e ainda o que eu descubro a cada dia sobre eles, fazem meus olhos brilharem de tão encantada que eu fico pelo Japão.

Ah, se eu não dissesse nesse post, ficariam bravos comigo. Rs.
Alguns amigos meus me apresentaram o Taikô, que são grandes (alguns enormes) tambores japoneses, nos quais meus amigos tocam. É muito interessante, uma vez que quem toca, tem que tem uma certa "habilidade rítmica", fora um preparo físico também, que, no dia que eu vi uma apresentação deles, eu percebi que tocar aquilo não é nada fácil. E deve cansar, com aquelas batidas fortes. rs. Fora a dança japonesa, que um dia eu vi um vídeo no youtube. Mas, sinceramente, os nomes são inmemoráveis, por isso eu esqueci. Prometo um dia, perguntar pra minha amiga como chama, e falo por aqui.

Eu também não falei sobre os Animes, Mangás, Cosplay, Festivais, J-Rock, etc. É que, sinceramente, você vão rir da minha cara, porque eu sou muito leiga nesses assuntos ainda, e se eu escrever, vai ficar parecendo ctrl c + ctrl v da Wikipédia.

O que importa é que eu disse a minha opnião sobre esse pais tão rico em cultura, em tradição e em modo de vida. Então, quando falaram de Japão para você, lembre-se que ele tem muito mais a oferecer do que Pokémon, sushi e lojinhas de 1,99 (mas elas não são chinesas? :O) Quem quiser saber mais sobre eles, vou postar alguns sites que eu ando pesquisando. Espero que vocês gostem.

Ah, por falar em Japão, japoneses... Estou passando por uma difícil fase de relacionamento chamada pré-término. É quando você sabe que já terminou, mas não é oficial, porque nenhum de nós dois falamos a respeito.
Comecei a me interessar também pelo Japão por causa dele, que obviamente é japonês. Nunca achei os japoneses bonitos, foi só porque eu conheci ele, que agora eu só estou achando mais bonitos do que qualquer outro ocidental. Até fiquei viciada em procurar fotos de bebês japoneses, que são muito fofos!

Espero que eu melhore da minha abistinência, porque não está sendo fácil procurar tanto pelo Japão e não lembrar dele e de todos os planos que nós fizemos. E de todos os sonhos que eu tive.
Mas o Japão tem mais de 120 milhões de pessoas, e ainda existem os nipo-brasileiros... ele não vai ser o último muito menos o único japonês que eu vou me apaixonar. Ainda virão muito mais orientais na minha vida, e quem sabe eu não viva com um para sempre? Adoraria ter meus filhos com olhinhos puxados! Rs.